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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Dança do Ventre, retalhos de uma história

Meninas, este é um conjunto de posts que estou escrevendo para outro blog(http://dancadoventrenovafriburgo.blogspot.com.br/). Por isso colocarei aqui somente os links! Espero que gostem e que contribua para o estudo de vocês, como tem contribuído para o meu fazer essa pesquisa!

Falar sobre a origem da Dança do Ventre requer muitos cuidados. As diversas teorias que abordam esse tema são duvidosas, já que carecem de documentação histórica. Ou seja, não há registros que falem a respeito da origem...Leia mais




Badia Masabni, a madrinha da dança oriental, nasceu no Líbano (que na época era parte da Síria) e mudou-se para o Egito no início do século XX, onde estabeleceu-se. Alguns anos mais tarde, em 1926, ela abriu o primeiro music hall egípcio, no Cairo – um centro cultural da época. Badia nomeava o seu cabaré "Opera Casino"... Leia mais








Zainab Ibrahim Mahfuz (Samia Gamal) nasceu 1924 em Wana, uma pequena cidade egípcia. Logo após seu nascimento a família se mudou para o Cairo. Anos depois conheceu Badia Masabni... Leia mais







Nascida com o nome Abla (bint) Muhammad Karim, Taheya Karioca(Ismaïlia, 1915 - Caïro, 1999) deixou sua família em Ismália após uma discussão com seu pai, Mohamed Karim, quando contava de apenas 12 anos de idade e pegou o trem para o Cairo.  Aos 31 anos já era considerada uma lenda da Dança Oriental... Leia mais


Shafiqah La Copta foi aluna da primeira bailarina  de Dança Oriental egípcia, Shooq. Ela nasceu em 1851 em "Shobra", subúrbio do Cairo, em uma família conservadora e modesta.(...)Sua primeira apresentação foi em festivais folclóricos. Depois começou a dançar em casas noturnas. Era muito bonita e talentosa e alcançou a fama dançando na boate "El Dorado"... Leia mais




Naima Akef "nasceu em Tanta, no Egito. Sua família era circense e possuía o Circo Akef. Eles viajavam muito fazendo turnês especialmente na Rússia. Por conta disso Naima começou sua carreira muito cedo."...Leia mais





Em breve novos textos! Acompanhe-nos!

Faça da sua diferença a sua arte

Espetáculo “Intrigante”:http://deficientealerta.blogspot.com.br/2010/07/espetaculo-intrigante-une-bailarinos.html


Todos nos emocionamos ao assistir manifestações artísticas daqueles a quem chamamos "deficientes". A beleza da arte sendo apresentada por aqueles em quem, muitas vezes, só conseguimos enxergar o que falta, o que é diferente e “deficitário”, nos faz perceber novas possibilidades de vida.
Apresentação de fragmentos do espetáculo de dança em cadeira de rodas da companhia de dança CRS - Cia Rodas no Salão, no Ballace 2009, em Camaçarí-Ba

Essas pessoas que dançam em cadeiras de rodas ou sem o sentido da audição nos ensinam que o que nos diferencia dos outros não nos torna pior, com problemas ou menos importantes. Essas pessoas simplesmente encaram o que elas têm de diferente como potencialidades! E é exatamente aí que se cria a arte! É na diferença que nos tornamos únicos, é aí que está o potencial de cada um.
Grupo de portadores de deficiência auditiva executa o 'Avalokitesvara Bodhisattva', que é uma performance artística criada pela Trupe de Arte de Pessoas com Deficiências da China. O grupo foi fundado em 1987 e possui 88 pessoas portadoras de deficiência auditiva, visual e incapacidades físicas. (http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL413905-5602,00.html)

Não queira, pois, estar dentro dos padrões. Você poderá ir além deles! Querer ser igual faz com que você repita movimentos vazios de sentido. Quando, porém, podemos voltar nosso olhar a nós mesmos e perceber o que nos faz diferente dos demais, temos aí grande material de trabalho. Desenvolvemos o autoconhecimento e podemos nos expressar com toda bagagem emotiva que nos faz ser quem somos. Nos respeitamos e nos amamos como realmente merecemos. Fazemos da nossa diferença nosso potencial e aí sim, é possível se destacar em um meio de movimentos alienados e sem sentido porque agora toda sua história de vida se transforma em dança!

Infelizmente não tenho maiores informações sobre esse vídeo. Mas eles transmitem uma grande emoção durante a dança. Realmente muito bonito!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

O valor de um certificado


Vários cursos estão pipocando no mercado da dança. Cursos profissionalizantes e de formação estão na moda! Mas qual o real valor deles?

A primeira pergunta a partir da qual devemos refletir é: O que você busca ao fazer uma aula ou um curso?

Se sua preocupação disser respeito ao valor do certificado para seu currículo, talvez você esteja se enveredando por um caminho não muito interessante. São só papéis. Por si só não dizem muita coisa.

Ao escolher fazer um curso, ele precisa te dizer algo, fazer sentido, abrir possibilidades. O que você ganhará é o aprendizado. Por isso é importante estar atenta ao que cada professor tem de melhor para lhe passar, que portas aquele novo conhecimento abrem para você, como modificam a sua pessoa e a sua dança... É importante estar aberta para aquele conhecimento e estudar muito, antes, durante e depois, para solidificar o que fora aprendido e até para poder questionar formas rígidas de pensamento. Sob essa óptica um bom curso é aquele que, de algum forma, provoca modificações em você, que te motiva a estudar cada vez mais e que te traga informações de qualidade.

E então nos perguntamos: Os cursos profissionalizantes realmente lhe profissionalizam? Vai depender muito mais de você do que do curso em si. Eles podem te dar direções, mostrar pontos dignos de uma atenção especial para aquelas que levam a dança mais a sério. Alguns são de muita qualidade e abordam, inclusive, com certa profundidade os temas que uma bailarina profissional precisa saber.  Mas se profissionalizar depende muito mais do comprometimento de cada uma, da consciência de que o estudo é para sempre e que o processo de formação é contínuo. Muitas experiências são importantes para a nossa formação, desde as aulas em que desempenhamos o papel de alunas às que desempenhamos o papel de professoras, e até mesmo as diversas situações cotidianas. Tudo é experiência que nos causa trans’formações’.

Portanto reavalie seus objetivos e retire de cada experiência o máximo de aprendizado possível. O papel (certificado) só terá importância se o curso tiver feito você crescer, desenvolver sua dança e seus potenciais.

Ju Najlah

É preciso transformar a música em dança, num movimento de fora para dentro, mas principalmente, num movimento inverso, externalizar os sentimentos, transparecer a alma, transformar o corpo em música, em dança, em arte. A unidade se faz em todos os sentidos. O seu estilo de dança não será criado. Ele já existe. Basta você abrir espaço para que ele possa surgir. Dance com alma!

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